A política externa na pré-campanha à presidência

Equipe do LABMUNDO, do NEAAPE e do OPSA

Uma disputa de agendas entre as candidaturas à Presidência da República sobre os rumos da política externa brasileira marcou os meses que antecederam o início oficial da campanha eleitoral em 16 de agosto. Uma polarização entre posições favoráveis e contrárias aos legados de PT (governos Lula e Dilma) e PSDB (governos Cardoso e Temer) teve destaque.

Luiz Inácio “Lula” da Silva (PT) teve uma pré-campanha atípica devido ao seu encarceramento, iniciado em abril, que o impossibilitou de participar de debates e conceder entrevistas. Mesmo assim, não deixou de se manifestar a respeito dos temas mais candentes da política brasileira através de cartas enviadas ao PT. Em política externa, Lula defendeu o legado de seus dois mandatos à frente do país, destacando iniciativas como o maior protagonismo do Brasil no cenário internacional; a participação brasileira na criação do G20 comercial; a extinção das negociações da ALCA; a criação da UNASUL, da CELAC, do IBAS e do BRICS; e a aproximação com países africanos e árabes. Tais ideias foram transmitidas à população em um painel virtual organizado pelo PT, em 9 de agosto, no qual a presidenta do partido, Gleisi Hoffmann, o candidato a vice-presidente, Fernando Haddad, o coordenador geral da campanha petista, Sergio Gabrielli, e a militante do PCdoB, Manoela D’Ávila (que abdicou de sua candidatura à presidência para se juntar à de Lula), expuseram as principais ideias e propostas de governo do candidato em paralelo a um debate televisivo organizado pela Rede Bandeirantes no mesmo horário.1

Hoffmann, Haddad, Gabrielli e D’Ávila também teceram fortes críticas à política externa do governo de Michel Temer, comandada por chanceleres do PSDB, acusando-o de abandonar a estratégia petista de diversificação de relações exteriores e realinhar o Brasil aos interesses dos países centrais, especialmente dos Estados Unidos. Argumentaram que, com o governo Temer, o Brasil se tornou um país acanhado, sem presença internacional alguma, incapaz de participar ativamente das reuniões multilaterais. Apontaram ainda a falta de expressão da diplomacia presidencial de Temer, a ausência de visitas ao Brasil de chefes de Estado de outros países e a política de desmonte da soberania nacional devido a mudanças nas políticas da Petrobras e às negociações de venda de empresas nacionais estratégicas, nomeadamente a Embraer e a Eletrobrás.

Geraldo Alckmin (PSDB) teve seu programa de governo para política externa construído por Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil nos Estados Unidos em parte do governo de Fernando Henrique Cardoso. Alckmin e Barbosa apresentaram diversas propostas sobre o tema ao longo da pré-campanha, destacando-se: a manutenção da política externa do governo de Michel Temer; o ajuste do país a regras globais de comércio e a busca de parcerias com grandes blocos econômicos, como Aliança do Pacífico e Parceria Transpacífica (TPP, na sigla em inglês), para dar mercado a empresas brasileiras e auxiliar na liberalização da economia doméstica, tendo como meta que o comércio externo represente 50% do PIB; a consolidação de um acordo entre MERCOSUL e União Europeia; a defesa vigorosa da democracia e dos direitos humanos, em especial em países da América do Sul; a utilização dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável como referência para o relacionamento externo brasileiro; o cumprimento das metas assumidas no Acordo de Paris; e o reconhecimento das diversas manifestações da cultura brasileira como ferramenta de projeção do Brasil e como parte da política de desenvolvimento econômico.2

Henrique Meirelles (MDB), candidato à sucessão do governo Temer, pronunciou-se pouco sobre política externa. No debate realizado pela Rede Bandeirantes, em 9 de agosto, Meirelles foi questionado por jornalistas sobre a situação na Venezuela e a chegada de imigrantes ao Brasil. Declarou que o ideal seria que a crise seja tratada em sua origem, no colapso econômico venezuelano, porém não deu detalhes de como fazê-lo. Entretanto, disse que o Brasil deve manter sua postura humanitária e de abrigo aos venezuelanos, assim como providenciar recursos auxiliares para o estado de Roraima, que recebe a maior parte do fluxo migratório.3

Jair Bolsonaro (PSL), que se manteve como o segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto durante todo a pré-campanha, atrás apenas de Lula, deu alguns indicativos dos caminhos da política externa que seguiria se eleito. Ainda que não constasse oficialmente como compromisso da pré-campanha, Bolsonaro liderou, em março, uma missão oficial à Ásia, autorizada pela Câmara dos Deputados, que passou por Japão, Coreia do Sul e Taiwan, aliados tradicionais dos Estados Unidos. Os afazeres da comitiva, de acordo com os relatórios oficiais, consistiram em encontros com ministros da educação, jantares com embaixadores, visitas a escolas, faculdades, empresas de tecnologia e à zona desmilitarizada entre Coreia do Sul e Coreia do Norte. Os vídeos da chegada do pré-candidato nos países foram amplamente divulgados em suas redes sociais e ganharam destaque no site oficial do candidato.4

No início de julho, a equipe de Bolsonaro anunciou que lançaria uma ambiciosa iniciativa de política externa. Nomeada de “Cúpula Conservadora das Américas”, consistiria em um encontro, em Foz do Iguaçu, com outros expoentes da direita hemisférica5. O principal subproduto desta cúpula seria a “Carta de Foz”, documento que tentaria legitimar ideias controversas da campanha —Escola Sem Partido, redução da maioridade penal e flexibilização do Estatuto do Desarmamento— como “expressões políticas do exercício da liberdade” compartilhadas por vários países. A equipe anunciou também a intenção de marcar um encontro entre Bolsonaro e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entre o 1º e 2º turno da eleição. Bolsonaro apresenta-se abertamente como um grande admirador de Trump, com o qual já foi comparado por analistas no Brasil e alhures. Os dois possuem uma agenda conservadora e são conhecidos pelo temperamento forte, pelo enfrentamento à imprensa tradicional e pelo discurso crítico à China, entre outros aspectos.

Marina Silva (REDE) manteve sua posição conhecida de situar o meio-ambiente como a principal temática a atravessar suas propostas de governo e destacou a posição, também já manifestada ao longo dos últimos anos, de que o Brasil deve ser um dos líderes em temáticas ambientais internacionais, especialmente através de ações em foros multilaterais e organizações internacionais. Também enfatizou a importância de o Brasil cumprir os compromissos assumidos na Contribuição Nacionalmente Determinada (iNDC, na sigla em ingês), assinados junto com o Acordo de Paris6, em 2015. Em abril, mostrou-se crítica a Donald Trump ao dizer que ele representa um atraso em diversos temas, especialmente no ambiental7. Em agosto, a candidata também chamou Trump de “um grande retrocesso para a política externa mundial” e afirmou que o protecionismo que o presidente adota é primitivo, declarando sentir saudades dos governos de Barack Obama8

Outra temática sobre a qual Marina se pronunciou foi a crise na Venezuela. Em maio, classificou o governo de Nicolás Maduro como antidemocrático em função do processo eleitoral que havia recém ocorrido e resultado na sua reeleição. Considerou-o ilegítimo porque parte da oposição estava presa e teria havido ações de opressão por parte das Forças Armadas e de milícias. Além disso, a candidata disse que não se pode abrir mão de princípios e valores em prol de alianças e alinhamentos político-ideológicos, em uma crítica às políticas externas de Dilma e Lula, que entende não terem tomado medidas suficientes e não assumido uma postura de liderança no subcontinente sul-americano para evitar que a crise no país vizinho se estendesse. No entanto, Marina afirmou que não se coloca a favor de adotar sanções contra o regime de Maduro e que, uma vez eleita, sua postura seria a de utilização de instrumentos diplomáticos, como o não reconhecimento da eleição venezuelano, como forma de pressão. Afirmou ainda que os países latino-americanos deveriam atuar de forma a mediar a crise e que o esforço principal a ser feito é no sentido de encaminhar socorro humanitário à população necessitada.9

Ciro Gomes (PDT) adotou um discurso crítico à política externa do governo Temer. Em mais de uma ocasião, destacou que o Brasil não lida bem com a questão da Venezuela: em evento realizado na França, em março, afirmou que o Brasil “abriu mão de seu papel orgânico, natural de mediador do conflito da Venezuela, para se alinhar de forma vil e pusilânime aos Estados Unidos”; em outro evento, em junho, reiterou que o Brasil “está omisso – quando não tomando a posição errada – nessa iminência de guerra civil na Venezuela”; em uma entrevista dada em julho, perguntado sobre a situação venezuelana, deixou claro qual seria a sua orientação da política externa: “O que devia guiar a política externa são os princípios do Barão do Rio Branco: autodeterminação dos povos, não intervenção, solução pacifica dos conflitos. O problema da Venezuela é da Venezuela. Brasil e Venezuela há cinco anos tinham US$ 5 bilhões de relação comercial bilateral de superávit para a gente. Aí passamos a fazer o serviço sujo dos Estados Unidos. Com isso os russos e os chineses baixaram lá como mediadores, no lugar que era nosso. Para completar, Estados Unidos convidou a Colômbia para fazer parte da OTAN”. Apesar do tom crítico aos Estados Unidos nessa questão, Ciro comentou, durante evento realizado na Câmara de Comércio Norte-Americana (AMCHAM), em março, que seria possível um estreitamento de laços entre ambos os países: “Se o Brasil souber para onde quer ir, e é isso que precisamos fazer, eu acho que está fecunda a possibilidade de celebrar uma relação nova e muito produtiva com os norte-americanos”.10

Álvaro Dias (PODEMOS) emitiu principalmente críticas à política externa dos governos do PT, os quais teriam tido uma postura equivocada e deplorável porque teriam “se vinculado a ditaduras da América Latina” e não teriam olhado para países desenvolvidos que permitiam uma relação comercial, econômica e política “civilizada”. Dias assinalou que, com recursos do BNDES, foram financiadas as “ditaturas venezuelana e a cubana”, mas esclareceu que, por uma questão humanitária, deve-se abrigar as pessoas que chegam ao Brasil por motivos de miséria e violência, como no caso dos refugiados venezuelanos. Para o candidato, o MERCOSUL, cujo maior erro foi ter aceitado a Venezuela como membro, está fragilizado e deve se vincular ao “Mercado Comum Europeu” e a países da Ásia para se fortalecer. O Brasil também deveria estabelecer acordos bilaterais com países da Europa, da Ásia e com os Estados Unidos. Em debate organizado pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs), Dias propôs ainda a criação de uma frente latino-americana vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA) para combater o tráfico de drogas, sem dar maiores detalhes sobre o plano.11

Guilherme Boulos (PSOL) abordou a política externa sobretudo em três pontos específicos: a relação com os Estados Unidos, a questão palestina e a crise venezuelana. A respeito do primeiro, em entrevista ao Intercept Brasil12, o candidato afirmou que, com o governo Temer, o Brasil se submeteu às exigências de Wall Street e do governo estadunidense, posição que classificou como “de direita, conservadora e entreguista”, “lesa-pátria e antinacional” e responsável por apequenar o Brasil no plano internacional. Citou o acordo feito em corte estadunidense pela Petrobrás para pagar R$10 bilhões por supostos prejuízos de acionistas – o qual a empresa teria assinado “sequer sem ter sido condenada” – e afirmou que haveria um incômodo do país norte-americano com a autonomia do Brasil como produtor de petróleo, proporcionada pelo pré-sal. Boulos também afirmou que o governo Temer tenta se impor na América do Sul, mas despreza a UNASUL e o MERCOSUL. Na mesma entrevista, tratou da questão palestina, que entende ser uma causa humanitária agravada por um governo israelense que “toma posturas de massacre contra o povo palestino”, salientando que é possível ser crítico às ações do governo de Israel sem ser antissemita. Em entrevista ao Congresso em Foco13, Boulos reiterou sua posição em relação à questão palestina e falou um pouco sobre a Venezuela, país que considera não viver um regime de exceção e em cujos assuntos internos não caberia uma interferência do Brasil. Já em entrevista a BBC Brasil, afirmou que o cenário venezuelano é complexo e que não iria “passar a mão na cabeça de ninguém”, mas que era necessário falar das mortes causadas pela oposição e que “temos uma tentativa dos Estados Unidos de tentar desestabilizar a Venezuela”.

Para além de questões pontuais, Boulos declarou que o eixo da política externa do seu governo estaria baseado nas alianças Sul-Sul, defendendo uma maior integração com países latino-americanos e com a África, apesar de afirmar que esta posição não necessariamente implicaria um afastamento com o Norte, desde que o Brasil não se coloque como um “subordinado”. Para o candidato, aproximar-se do Sul significa fortalecer o MERCOSUL e a UNASUL, fazer mais parcerias com os países latino-americanos e não resumir as relações internacionais a pautas econômicas. Além disso, declarou que “não podemos fazer com os nossos vizinhos a mesma política neocolonial que nós reclamamos que os Estados Unidos fazem conosco”. O psolista defendeu que o Brasil precisa fazer mais do que se inserir internacionalmente apenas como um produtor de commodities.

João Amoêdo (NOVO) emitiu declarações circunstanciais sobre Argentina, Venezuela, migrações e relações econômicas brasileiras. Em outubro de 2017, através de seu Facebook, comentou o resultado das eleições legislativas da Argentina comemorando a derrota do grupo político da família Kirchner, importante aliado na política externa dos governos petistas, para o partido do atual presidente, Mauricio Macri15. Sobre a Venezuela, manifestou-se em mais de uma oportunidade. Em 4 de março, pelo Twitter, afirmou que o país vive uma crise humanitária16. Em 20 de março, referiu-se ao país vizinho em dois momentos: em seu Facebook, comentou o calote de uma dívida venezuelana com o BNDES afirmando que a conta será paga pelos brasileiros17; e em seu Twitter, utilizando a hashtag #CiteUmaMentira, afirmou ironicamente que a Venezuela é uma democracia18. Em 24 de abril, em entrevista ao El País, Amoêdo comentou sobre a nova lei de migração brasileira, sancionada em 2017. Embora não tenha se posicionado contrária ou a favoravelmente à lei, afirmou que “devemos pensar bem” sobre os benefícios que damos para imigrantes, visto que onerariam o Estado. Apesar disso, endossou o acolhimento dos migrantes venezuelanos pelo Brasil19. Por fim, em 12 de junho, criticou as parcerias econômicas dos governos Lula e Dilma feitas com Venezuela e Cuba. Na sua opinião, deveria ser promovida uma maior abertura do Brasil ao comércio internacional.20

João Goulart Filho (PPL) teve um discurso de pré-campanha centrado na necessidade de se retomar o legado desenvolvimentista de seu pai, o ex-presidente João Goulart, baseado na ideia de um Estado que promova a industrialização e reforce a soberania nacional. Nesse sentido, em entrevista ao Instituto João Goulart21, declarou que a proteção das fronteiras da Amazônia é fundamental e que cabe às Forças Armadas Brasileiras o papel de sua guardiã. Estabelecer parcerias com o governo dos Estados Unidos ou com empresas transnacionais na exploração da floresta não corresponderiam ao interesse nacional. A mesma postura de proteção deveria ser também estendida a reservas de petróleo e minerais. Em maio, durante um encontro com dirigentes sindicais da Argentina, Goulart afirmou que a integração sulamericana é um componente importante para o desenvolvimento dos países-membros, mas que o MERCOSUL estaria enfraquecido devido às políticas neoliberais de Temer e Macri.22

Vera Lúcia Salgado (PSTU) também defendeu uma política externa mais nacionalista, mas com o objetivo de instaurar uma revolução socialista no Brasil, a qual incluiria a estatização de bancos estrangeiros e o fim do envio de remessas de lucros por multinacionais ao exterior23. Na sua visão, seria necessário que o processo decisório em política externa passasse a ser controlado exclusivamente por trabalhadores, conforme explicou em entrevista ao site Bahia Notícias: “Os trabalhadores organizados elaborariam a partir das necessidades existentes o plano de obras que nós precisamos de acordo com a demanda da população e consequentemente ele também elaboraria a execução, controlaria tudo isso, inclusive toda a política externa (…) e também toda política de comércio exterior”.24

Cabo Daciolo (PATRIOTA), por sua vez, expôs um nacionalismo de tom cristão. Em viagem aos Estados Unidos, em junho, criticou a política migratória de Trump e visitou, na companhia do cônsul-geral adjunto do Brasil no Texas, um abrigo de crianças indocumentadas, inclusive brasileiras. Na ocasião, repudiou que o interesse estadunidense pela base aérea de Alcântara seja maior do que a oferta de um tratamento digno a migrantes e instou os 3 milhões de brasileiros que vivem nos Estados Unidos a voltarem ao Brasil25. Ainda durante a viagem, publicou um vídeo nas redes sociais expondo sua visão de que maçons controlam a “nova ordem mundial” e a maior parte dos países do mundo, inclusive o Brasil, o que seria uma afronta à “vontade de Deus”26. Já no debate televisivo feito pela Rede Bandeirantes, em 9 de agosto, criticou a ideia, que atribuiu ao Foro de São Paulo, de se criar uma União das Repúblicas Socialistas da América Latina (URSAL) para disseminar o comunismo ateu na região. Dias depois, a socióloga Maria Lúcia Victor Barbosa explicou, em entrevista à Folha de S. Paulo, que a URSAL foi uma invenção criada por ela para ironizar a política de integração praticada pelos governos do PT.27

José Maria Eymael (PDC) não emitiu declarações relacionadas à política externa para além da afirmação, feita no evento de confirmação de sua candidatura, de que defenderia o “compromisso inarredável da democracia cristã com a causa mundial da paz”.28

[1] PT. Debate com Lula. Disponível em: http://www.pt.org.br/assista-ao-vivo-o-debatecomlula/.
[2] FOLHA DE S. PAULO. Rubens Barbosa vai coordenar a política externa no programa de Alckmin. Disponível em: https://painel.blogfolha.uol.com.br/2018/04/17/rubens-barbosa-vai-coordenar-politica-externa-no-programa-de-alckmin/. GERALDO ALCKMIN. Programa de governo. Disponível em: https://www.geraldoalckmin.com.br/wp-content/uploads/2018/08/programa-de-governo-geraldo-alckmin-2018.pdf. VALOR ECONÔMICO. Proposta dos presidenciáveis em política externa. Disponível em: https://www.valor.com.br/eleicoes-2018/propostas/tema/15.
[3] UOL. Debate Bandeirantes (segundo bloco) – 09/08/2018. Disponível em: https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/08/10/integra-debate-band-presidenciaveis-1-turno-alckmin-bolsonaro-ciro-marina.htm
[4] BOLSONARO. Bolsonaro: Japão, Coreia do Sul e Taiwan. Disponível em: https://www.bolsonaro.com.br/single-post/2018/03/06/BOLSONARO-NA-%C3%81SIA-Jap%C3%A3o-Coreia-do-Sul-e-Taiwan. UOL. Pré-candidato, Bolsonaro usou missão oficial na Ásia para “se promover”. Disponível em: https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/03/09/pre-candidato-bolsonaro-usou-missao-oficial-na-asia-para-se-promover.htm?cmpid=copiaecola.
[5] LA TERCERA. Bolsonaro desafía a Foro de Sao Paulo y organiza cumbre conservadora. Disponível em: https://www.latercera.com/mundo/noticia/bolsonaro-desafia-foro-sao-paulo-organiza-cumbre-conservadora/229750/. NODAL. El candidato Bolsonaro quiere reunir la derecha conservadora de las Américas. Disponível em: https://www.nodal.am/2018/07/brasil-el-candidato-bolsonaro-quiere-reunir-a-la-derecha-conservadora-de-las-americas/. SPEKTOR, Matias. Bolsonaro lança sua mais ambiciosa iniciativa de política externa. Folha de São Paulo, 2018. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/matiasspektor/2018/07/bolsonaro-lanca-sua-mais-ambiciosa-iniciativa-de-politica-externa.shtml#_=_.
[6] MARINA SILVA. Marina recebe propostas do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, 28/7. Disponível em: https://marinasilva.org.br/marina-recebe-propostas-do-forum-brasileiro-de-mudancas-climaticas/.
[7] JOVEM PAN. Marina Silva no programa Pânico da Jovem Pan, 24/4/18. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=pir5DW0bduU.
[8] G1. Marina Silva na Central das Eleições, do canal GloboNews, 01/8. Disponível em: http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/t/videos/v/v/6912905/.
[9] MARINA SILVA. Perfil pessoal no Twitter, 22/05. Disponível em: https://twitter.com/marinasilva/status/999000756224253953?lang=en.
[10] PDT. Em Paris, Ciro Gomes critica política externa brasileira. Disponível em: http://www.pdt.org.br/index.php/em-paris-ciro-gomes-critica-politica-externa-brasileira/. FOLHA DE S. PAULO. Ciro defende novo projeto industrial e promete gasolina barata. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/06/ciro-defende-novo-projeto-industrial-e-promete-gasolina-a-r-3.shtml VALOR. É Lula quem orienta Valdemar, diz Ciro. Disponível em: https://www.valor.com.br/politica/5684707/e-lula-quem-orienta-valdemar-diz-ciro-sobre-chefe-do-pr. O GLOBO. Ciro Gomes: não sou coxinha nem mortadela. Disponível em: https://oglobo.globo.com/brasil/ciro-gomes-nao-sou-coxinha-nem-mortadela-22488555
[11] RBS TV E RÁDIO GAÚCHA. Sabatina. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=O9-LrARXjCo. O GLOBO. ‘Agora a casa caiu’, diz Alvaro Dias sobre PT em debate com presidenciáveis. Disponível em: https://oglobo.globo.com/brasil/agora-casa-caiu-diz-alvaro-dias-sobre-pt-em-debate-com-presidenciaveis-22976612. ISTO É. “Precisamos romper com esse sistema promíscuo”. Disponível em: https://istoe.com.br/precisamos-romper-com-esse-sistema-promiscuo/
[12] THE INTERCEPT BRASIL. Glenn Greenwald entrevista Guilherme Boulos, pré-candidato à Presidência pelo PSOL. 30/05/2018. Disponível em: https://theintercept.com/2018/05/30/guilherme-boulos-glenn-greenwald-entrevista/
[13] CONGRESSO EM FOCO. Boulos e a política externa. 21/03/2018. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=0bdW13ggYZc.
[14] BBC Brasil. Boulos diz que não dá para governar para todos. 26/04/2018. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-43875183.
[15] JOÃO AMOÊDO. Publicação no perfil do Facebook. Disponível em: https://www.facebook.com/JoaoAMOÊDONOVO/posts/368011820303655:0
[16] JOÃO AMOÊDO. Publicação no perfil do Twitter. Disponível em: https://twitter.com/joaoAMOÊDOnovo/status/970416745482739712
[17] JOÃO AMOÊDO. Publicação no perfil do Facebook. Disponível em: https://www.facebook.com/JoaoAMOÊDONOVO/posts/traduzindo-venezuela-d%C3%A1-calote-e-todos-n%C3%B3s-vamos-dividir-a-conta/430797524025084/
[18] JOÃO AMOÊDO. Publicação no perfil do Twitter. Disponível em: https://twitter.com/joaoAMOÊDOnovo/status/976183610243014656
[19] EL PAÍS. João Amoêdo: “Se empresas pagam salários distintos para homens e mulheres, Estado não deve interferir”. 24/04/18. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/04/18/politica/1524083244_846563.html
[20] JOVEM PAN. Liberal João AMOÊDO defende… Disponível em: https://jovempan.uol.com.br/programas/jornal-da-manha/liberal-joao-AMOÊDO-defende-abertura-das-fronteiras-e-expansao-do-agronegocio.html.
[21] PPL. João Goulart filho reprova Bolsonaro. 21/5/18. Disponível em: http://partidopatrialivre.org.br/2018/joao-goulart-filho-reprova-bolsonaro-a-amazonia-e-nossa-sim-senhor/.
[22] PPL. João Goulart Filho se reúne com CGT argentina. 16/5/18. Disponível em: http://partidopatrialivre.org.br/2018/joao-goulart-filho-se-reune-com-cgt-argentina-e-alerta-para-enfraquecimento-do-mercosul/.
[23] SCHMITT, Gustavo. ‘Precisamos do fim da propriedade privada’, defende Vera, candidata à Presidência pelo PSTU. O Globo, 13/8/18. Disponível em: https://oglobo.globo.com/brasil/precisamos-do-fim-da-propriedade-privada-defende-vera-candidata-presidencia-pelo-pstu.
[24] ARRAZ, Lucas; TEIXEIRA, Ailma. Vera Lúcia. 30/7/18. Disponível em: https://www.bahianoticias.com.br/entrevista/584-vera-lucia.html.
[25] CARRIJO, Flávia. Cabo Daciolo vai ao Texas visitar criança separada dos pais nos EUA. Disponível em: https://oglobo.globo.com/mundo/cabo-daciolo-vai-ao-texas-visitar-crianca-separada-dos-pais-nos-eua.
[26] GOSPEL PRIME. Daciolo desafia maçons e quer derrubar estátuas da Havan. 16/6/18. Disponível em https://noticias.gospelprime.com.br/daciolo-desafia-macons-e-quer-derrubar-estatuas-da-havan/.
[27] O POVO. Popular após debate, termo “Ursal” foi criado há 17 anos como piada por socióloga crítica do PT. 13/8/18. Disponível em: https://www.opovo.com.br/noticias/politica/2018/08/popular-apos-debate-u201cursal-u201d-foi-criado-ha-17-anos-como-piad.html.
[28] GONÇALVES, Gabriela. Democracia Cristã oficializa José Maria Eymael para concorrer à Presidência da República. Disponível em: https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2018/noticia/2018/07/28/partido-dc-oficializa-jose-maria-eymael-para-concorrer-a-presidencia-da-republica.ghtml.

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